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Posts filed under "Arquitetura"

Uma visita inspiradora ao Chelsea Market, em NY

Postado por Gustavo Belarmino 11 de setembro de 2014

NOVA IORQUE – Quem segue o Fazendo Sala no Instagram percebeu que, nos últimos dias, várias postagens foram feitas diretamente da “big apple”. Com seus arranha-céus que são verdadeiros cartões postais, a arquitetura da cidade que nunca dorme convive com passado e futuro harmoniosamente.

Fotos: Gustavo Belarmino

Fotos: Gustavo Belarmino

Entre as intervenções que merecem destaque na agenda do turista está o Chelsea Market, um mercado estilizado que em nada lembra os do Brasil. Uma curiosidade sobre o lugar: ali funcionava a antiga Nacional Biscuit Company, que inventou o biscoito Oreo. Em 1958 o prédio foi abandonado e, só nos anos 90, revitalizado para dar espaço ao complexo que hoje existe, ocupando dois quarteirões inteiros.

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Com paredes rústicas, predominando o cinza, ocre e ferrugem, o Chelsea Market chama atenção pelos elementos usados em sua decoração. Peças industriais da antiga fábrica foram reutilizadas, fotografias em preto e branco estão espalhadas pelas paredes e letreiros antigos complementam o clima do lugar.

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Até os elevadores que dão acesso aos andares superiores (que funcionam empresas de mídia e televisão) conservam o padrão rústico, em metal enferrujado. Muitas lojinhas não ficam de fora, trazendo a atmosfera vintage para a sua decoração.

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ARREDORES – E já que você está no bairro de Chelsea, não deixe de circular pelas ruas das redondezas. Por ali, o maior exemplo de como uma área abandonada pode ser reintegrada à cidade de forma charmosa e cheia de personalidade está no delicioso High Line Park. A área, uma antiga linha de trem elevada foi desativada e, depois, transformada em área de convivência, com um verdadeiro jardim suspenso com direito a espreguiçadeiras e estandes de souvenires e (mais) áreas de alimentação – parte do jardim fica bem acima do Chelsea Market (veja nas fotos abaixo).

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ENDEREÇO
Chelsea Market: 75 9th Avenue entre 15th e 16th Streets

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Categoria(s): Arquitetura, Destaques

O universo particular de Diogo Viana

Postado por Gustavo Belarmino 13 de agosto de 2014
O arquiteto Diogo Viana comemora, neste ano, uma década de arquitetura. Fotos: Gustavo Belarmino

O arquiteto Diogo Viana comemora, neste ano, uma década de arquitetura. Fotos: Gustavo Belarmino

A sala do flat de 36 metros quadrados diz muito sobre a personalidade colecionadora e irrequieta de Diogo Viana. Objetos garimpados nos mais diferentes recantos do mundo guardam memórias, inspirações, afetos. E, como um membro da família, precisam estar com ele, aonde quer que ele vá.

Diogo recebeu a equipe do Fazendo Sala para conversar sobre sua carreira

Diogo recebeu a equipe do Fazendo Sala para conversar sobre sua carreira

É por isso que o profissional, que comemora neste ano uma década dedicada à arquitetura, precisou fazer um projeto para saber exatamente onde pendurar na parede de cor citronela os quadros mais queridos. “Como o ambiente é pequeno, escolhi um tema para esta área: Pernambuco”, explica, sobre a composição de peças de artistas como Paulo Brusky, Raoni, Shiko, Derlon e Pragana.

Detalhe dos quadros da coleção do arquiteto

Detalhe dos quadros da coleção do arquiteto

Impossível não lançar o olhar sobre as borboletas que preenchem a parede de entrada, estampadas em uma aplicação que é valorizada com a mesinha de canto, onde repousam garrafas raras e coloridas da década de 60, livros e um pequeno bar, realçado por uma luminária redonda da La Lamp.

Luminária dá um charme todo especial à composição de borboletas do papel de parede

Luminária dá um charme todo especial à composição de borboletas do papel de parede

O conforto é requisito na sala de Diogo Viana, com seu ponto-chave baseado no sofá e na poltrona Maralunga (duas peças inestimáveis para o arquiteto). Ele diz que é contra modismos, mas faz questão de assinatura “quando elas são eternas”.

Coleção de "bambis" garimpados em vários lugares repousam aos pés de uma luminária Karim Hashid

Coleção de “bambis” dos anos 40 garimpados na Alemanha repousam aos pés de uma luminária Karim Hashid

O vídeo abaixo, o primeiro da série “Na sala com…”, foi gravado com Diogo no apartamento que ele vai habitar pelos próximos três anos, enquanto se dedica ao seu endereço definitivo. Na entrevista, ele fala sobre a carreira, inspiração, moda, arte e design. Aperta o play!

INSPIRE-SE NOS OBJETOS DE DIOGO VIANA

A poltrona ultra-confortável é uma das peças queridinhas de Diogo

A poltrona ultra-confortável Maralunga é uma das peças queridinhas de Diogo

O telefone antigo foi comprado na feirinha de San Telmo, em Buenos Aires, assim como o espelho da foto que abre este post

O telefone antigo foi comprado na feirinha de San Telmo, em Buenos Aires, assim como o espelho da foto que abre este post

Detalhe da vaquinha com asas, entre os objetos da sala de Diogo

Detalhe da vaquinha com asas, entre os objetos da sala de Diogo

O verde da casa fica por conta desta bela Pata de elefante

As garrafinhas coloridas das décadas de 60 e 70, muito bem ambientadas com a proposta

Ao fundo, a caveirinha dourada, comprada em uma loja de piercing e tatoo de Milão, na Itália

Ao fundo, a caveirinha dourada, comprada em uma loja de piercing e tatoo de Milão, na Itália

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Categoria(s): Arquitetura, Destaques

A Casita Linda de Manuella Antunes

Postado por Ines 14 de junho de 2014
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CANTINHO CHEIO DE COR A sala é o xodó de Manu. Ela usou a criatividade para transformar tudo. O sofá é um colchão inflável, coberto com uma manta linda e o estrado de pallet faz toda a diferença. A bicicleta de ferro da parede foi presente

O Fazendo Sala de hoje abre as portas para falar de uma casita linda, cheia de charme e muito carinho. Como diz sua dona, a jornalista Manuella Antunes, casa é um organismo vivo, em eterno processo de construção. Reflete muito do momento que estamos vivendo. Casa tem cheiro, sentimento, lembranças.

“A história da minha casa é a minha própria história. Nunca achei que seria boa dona de casa, até hoje acho que não sou, mas gosto do belo. Em 2011 tive minha própria casa. Tinha 23 anos e era uma pessoa completamente diferente do que sou hoje. O apartamento, espaçoso (tem 139m²), recém-reformado (tudo sob a batuta do meu ex-marido e de parentes arquitetos), era incrivelmente moderno, novo, bonito, mas, hoje, vejo que tinha muito pouco de mim. Ou do que eu sou hoje. Eu mesma escolhi sofá, poltronas, uma mesa enorme, carrinho de chá… tudo em tons muito sóbrios. O dito elegante”, conta Manu.

A casa da gente pode encher a vista de todo mundo, mas, antes de tudo, tem que nos fazer ser parte dali. Foi assim com Manuella. Sua vida passava por mudanças. Sua casa, logo, também precisava mudar. Muito do que colocou no seu cantinho veio de sua experiência profissional. Durante algum tempo, a jornalista escreveu sobre decoração na revista Arrecifes, do Jornal do Commercio. “Foi uma experiência massa. Como precisava pesquisar temas, passei a ter um olhar mais apurado. Já não visitava mais as pessoas da mesma forma, observava tudo. Perguntava tudo. Me encantei por arquitetura e decoração. Comprei revistas, li livros, frequentei eventos da área. Ganhei uma coluna e assumi o posto de setorista. Aí pronto”, lembra.

A antiga casa de Manuella “mudou” quando ela escreveu uma matéria sobre estantes. Decidiu que iria comprar uma para a sua sala. Pesquisou e achou na internet (sua primeira compra virtual). “Foi minha primeira ousadia decorativa. No dia que chegou, parecia menina pequena. Arrastei, arrumei, cuidei como cuido da minha Amy (a cadela) ou das plantas”. Desse momento em diante, ela começou a ter vontade de levar mais identidade para sua casa. Foi quando herdou dos pais uma coleção de vinis e, para guardar com carinho, desenhou um baú, onde os guarda.

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VIDA NOVA Manu encheu a parede rosa-coral com suas fotos. Tem de tudo: viagens, bons momentos, fotos que gosta; o banco de madeira é usado como mesinha; o tapete ganhou vida com almofadas da Duas Design; na parede, o coração de Cristina Machado, uma das poucas coisas que manteve da sua antiga casa

Com a separação, veio o desafio de fazer daquela cantinho um novo lugar. Agora só seu. Depois de algum tempo na casa dos pais, chegou o momento de voltar pra casa. E tudo mudou. “Primeiro, veio o colchão inflável, que até hoje é meu sofá (depois ele ganhou um estrado lindo de pallet que faz toda a diferença). Depois, voltando para casa, achei um carretel de fio bem velho. Coloquei no carro e até hoje ele faz morada onde antes era um carrinho de chá. Nesse cantinho, que é o meu preferido para receber as pessoas queridas, havia uma mesinha redonda, quatro cadeiras…. tudo substituído por um tapete de palha que custou R$ 25 no Mercado de São José. Na Duas Design, comprei dois almofadões de chão – disputadíssimos em dias de farra”, revela Manu.

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FEITO POR ELA Dois caixotes de pallet são usados para escoar tudo que comprou em viagens; Manu entrou na loja, escolheu a cor, comprou os pincéis e pintou a parede; o baú onde guarda os vinis foi desenhado por ela

Com tudo sendo refeito (lembra que é um processo eterno?) uma das maiores alegrias de Manuella é escutar das pessoas que “Minha Casita Linda”, como ela brinca, é a sua cara. “Quem me conhece e acompanhou todas as mudanças que aconteceram na minha vida sabe que o apartamento mudou junto com ela. E que seja assim”, deseja.

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